Literalmente falando…

…Há quem não perceba metáforas. Prefere nelas ver elefantes cor-de-rosa ou comprimidos azuis. Tudo é restrito, livre de complexidade e de liberdade formal e conceptual. E livre-se o espírito humano de pensar que pode voar montado nas costas de palavras.

Mas pensando no outro lado da coisa, ou a assunção literal se submete a algum princípio selectivo, ou então estamos perante seres que convivem diariamente com castelos que pairam no ar, feridas do tamanho de crateras. Dificilmente. Se o poder de abstracção não impera por um lado, a imaginação também não compensa a falta do primeiro. Conclusão: vemos nas coisas aquilo que queremos.

Afinal sempre são “castelos no ar”… ou serão moinhos??

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